Saúde Pública de Mauá tem Baixíssimo Grau de Satisfação

07/06/2019

1ºTrimestre/2019

Índice é o menor já registrado pela INDSAT

Pesquisa realizada pela INDSAT no 1º trimestre de 2019 mostra que mais uma vez a Saúde Pública de Mauá tem Baixíssimo Grau de Satisfação por parte dos moradores. O índice de 309 pontos é o pior já registrado em toda a série histórica do instituto.

 

Em agosto do ano passado, a INDSAT já havia apontado que a satisfação com a Saúde de Mauá estava piorando. Isso porque, naquela época, a Fundação do ABC, que administrava equipamentos hospitalares, havia rompido com a Prefeitura de Mauá, que precisava quitar uma dívida de mais de R$120 milhões. No 2º trimestre, a FUABC chegou a se reunir com a Administração para assinar um novo contrato com um plano de trabalho readequado.

 

Naquela época, a Saúde Pública havia recebido 389 pontos pela escala INDSAT, mas ainda estava dentro da classificação de Baixo Grau. Agora, a satisfação caiu ainda mais. O Baixíssimo Grau de Satisfação, menor classificação da INDSAT, é atribuído aos segmentos que registram índices inferiores a 350 pontos.

 

Em 2017, os índices ficaram entre 441 pontos e 479 pontos. Já em 2018, Mauá atingiu 448 pontos no primeiro levantamento do ano e recebeu 380 pontos no 3º trimestre.

Os resultados refletem exclusivamente a opinião dos moradores sobre a satisfação com a Saúde Pública no município. O cálculo de satisfação é realizado a partir dos critérios avaliativos de “ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” e “péssimo”. São entrevistados 600 moradores no município. A escala de pontuação vai de 200 a 1.000 pontos.

 

A pesquisa apontou que, do total de entrevistados, 3% disseram que a Saúde de Mauá é “ótima” ou “boa” e 14% responderam que é “regular”. A reprovação é de 83%.

Além da análise de satisfação dos serviços públicos, a INDSAT acompanha a movimentação política da corrida para as Eleições Municipais de 2020. O instituto vai divulgar os resultados de três em três meses.

 

As 10 maiores cidades do Estado de São Paulo, as 15 maiores cidades da Região Metropolitana de Campinas e 12 municípios do Aglomerado Urbano Piracicaba fazem parte da cobertura do instituto.

 

 

 

 

Foto: divulgação

 

 

 

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