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Antigo polo de cinema, Paulínia vê área cultural cair no esquecimento

32% dos paulinenses estão insatisfeitos com a Cultura do município

Foto: Prefeitura de Paulínia

O que já foi grande, parece se tornar cada dia menor. Aquele que foi o maior polo de produção cinematográfica do país em 2012 está abandonado. E o reflexo disso? Um dos piores índices de satisfação em cultura da Região Metropolitana de Campinas. Hoje, apenas 23% da população de Paulínia apoia a Cultura da cidade.

Os números fazem parte do relatório do primeiro trimestre de 2018 da Indsat. Eles revelam ainda que grau de reprovação chega a 32% e quase metade da cidade (43%) consideram o setor cultural paulinense regular. Ainda assim a cidade conquistou 554 pontos e Grau Médio de Satisfação pelos critérios Indsat de pontuação e ranqueamento.

A pesquisa também apontou o perfil dos moradores menos satisfeitos com a área cultural de Paulínia: 37% dos entrevistados com Ensino Médio avaliaram o setor de forma negativa. A reprovação é ainda menor entre a faixa etária de 16 a 30 anos de idade.

O índice de satisfação vem caindo pouco a pouco desde o início da gestão do prefeito Dixon Carvalho (PSDB). No início de 2017, Paulínia havia registrado 576 pontos em Cultura. Nesse mesmo período, o crítico de cinema Rubens Ewald Filho havia deixado o cargo de Secretário de Cultura de Paulínia após assumi-lo em janeiro. Foram apenas 3 meses de esperança para a cultura paulinense. E nada mais.

A gestão municipal havia alegado que o crítico e roteirista havia pedido desligamento por questões pessoais. A pontuação Indsat se manteve no levantamento seguinte, mas começou a cair no 3º trimestre. A cidade fechou 2017 com 43% de reprovação no setor. Atualmente, a Secretaria de Cultura é comandada por Janaína Padovani.

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